es… e que filmes!!!-
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es… e que filmes!!!_
Há três meses, a propósito do início do estágio no Correio da Manhã, escrevia eu que “…sinto a obrigação de dar o máximo de mim e assumir a responsabilidade de não deixar passar esta oportunidade”.
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Ontem, tal como aconteceu com a Gata Borralheira, era meia-noite quando arrumei a minha secretária, meti os blocos de notas na mochila e disse tchau à redacção. Chegaram ao fim os meus dias de jornalista (estagiário) na secção de Sociedade do CM. Foi definitivamente uma boa experiência. Primeiro a nível pessoal, depois profissional e só então a nível académico. A nível pessoal porque ficaram as histórias, as novidades e as emoções. Gostei de falar com a ministra, com o sôtor, o presidente e o director. Mas também foi bom estar perto do Manel, do Tóino, da Alzira e do Cajó. A redacção era o que eu imaginava mas com gente melhor, mais simples e mais humana. Tive colegas de quem gostei imenso e não conheci ninguém de quem não gostasse. Profissionalmente, se assim se pode chamar, foi muito gratificante ver o meu empenho escarrapachado nas primeiras páginas do jornal e o meu nome em baixo do lead. A nível académico, bem… aprendi mais ali do que no resto da licenciatura. A ESE, definitivamente, tem muitas coisas que urgem ser revistas.
Foi tudo bom? Durante o meu tempo ali correu tudo bem? Estive sempre motivado? Não! Houve algumas, não muitas, coisas que achei injustas, que me fizeram sentir mal e achar que ser jornalista podia ser pior do que imaginava. Ainda assim o balanço continua a ser muito positivo. Não sei o que vai acontecer amanhã, mas tenho a certeza que as boas recordações vão eclipsar o resto. Não faço ideia se algum dia vou voltar a entrar numa redacção daquela dimensão para ser um jornalista da Sociedade, mas estes três meses são meus e a experiência ninguém me vai roubar...
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O final da licenciatura está mesmo aqui. Final de uma etapa, início de outras. Já sinto as borboletas no estômago. Não consigo ignorar o stress que é ser um recém-licenciado nem evitar a pressão de ter que arranjar um emprego, construir a minha própria casota. Os filhos dos outros parecem-me cada vez mais giros, os abraços sabem-me cada vez melhor, e é cada vez mais difícil conter o impulso para saltar do ninho. Mas uma coisa de cada vez, não é?
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Para já ficou mais uma lição, a sensação de me sentir motivado e capacitado para fazer algo com que me identifique. Mesmo as más situações serviram para retirar boas aprendizagens.
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Ontem, quando saí da redacção, já com o computador desligado, debrucei-me sobre o teclado e carreguei no ponto final, agarrei na alça da mochila, passei pela máquina do café e encaminhei-me para a porta… Dei uma meia-volta e regressei ao teclado. Apaguei o ponto final e escrevi um ponto e vírgula.
O Sporting dispensou 10% dos bilhetes ao Benfica, portanto sabia que tipo de recepção teria que preparar. Onde estava o corpo de intervenção, a GNR a cavalo, as shotguns de munição real, as tazer, o gás lacrimogéneo, os bastões de descarga eléctrica, os rotweillers, o arame farpado, os gorilas do ‘Noite Branca’ e os Hammer Skin??